Condições favoráveis para o crescimento do seu blog
Nós usamos muito tempo para entender o que faz um blog gerar público e dinheiro online, e nós empacotamos isso em uma solução que é fácil para você usar.

 

 

Blogueiros contam como lidar com o dinheiro sem renda fixa

 

Ser um freelancer, autônomo ou profissional liberal e manter seu dinheiro organizado e, mais do que isso, ter segurança para lidar com imprevistos, como a perda de clientes e doenças, é possível. Mais do que isso, esses profissionais são os que mais precisam da organização e da segurança.

Como nem sempre a teoria é convincente o bastante, entramos em contato com blogueiros para saber como eles lidam com dinheiro sem ter renda fixa. Para mostrar casos bem variados, selecionamos três blogs: um de viagem, um de maternidade e um de finanças. Confira:

Bagagem de Mãe

Loreta Berezutchi é paulistana, mãe de um casal de filhos e não possui renda fixa. Ela criou o blog sobre maternidade em 2011. Hoje, o blog já possui mais de 50 mil fãs no Facebook.

“Aprender a administrar a vida financeira sem contar com uma fonte de renda fixa, é um desafio mas, ao mesmo tempo, também pode significar liberdade financeira e crescimento pessoal. Para mim, o que funciona muito bem é:

  • ter metas mensais de vendas e produtividade;
  • manter um caixa de no mínimo 30% para eventualidades;
  • programar as despesas e compras que possam ser programadas
  • planejar grandes gastos, poupando antes para pagar tudo sempre a vista. Assim eu sempre consigo bons descontos”

“Me livrar do cheque especial e juros do cartão de crédito foi uma das melhores coisas que eu fiz por mim e pela minha empresa!”

Viajo Logo Existo

Rachel Paganotto e Leonardo Spencer são um casal que juntaram dinheiro, pediram demissão e cairam na estrada para dar a volta ao mundo. Hoje, eles vivem do aluguel de um apartamento e da renda do blog. Para isso, foi preciso muito planejamento. Eles contam como começaram a se preparar para a viagem:

“Para nós o mais importante quando se resolve encarar qualquer novo projeto é saber o custo disso. Então essa foi a primeira parte do planejamento, saber quanto custaria a viagem. Tendo os valores em mente, vimos que se alugássemos o apartamento que temos em São Paulo teríamos uma fonte de renda durante a viagem. Na época trabalhávamos na tesouraria de um banco americano e continuamos a trabalhar. Os gastos pré-viagem (carro, adaptação do carro, etc) tiveram de entrar no nosso orçamento mensal, para isso, tivemos que reorganizar os gastos e trocar coisas do dia a dia como jantares, viagens e coisas extras por peças do carro, manutenção, etc.”

Para manter os custos controlados na viagem, eles explicam que é preciso muito planejamento:

“Nosso orçamento é 100 dólares por dia, e hoje estamos um pouco acima, 110. Estamos em fase de ajuste fiscal para voltar para 100. Fora isso, controlamos todos os gastos, até uma gorjeta que damos para alguém ou um água que compramos na rua. Está tudo lá.”

E, como todos, eles reafirmam a importânia da disciplina:

”O principal é anotar, as vezes é muito difícil ser sincero com você mesmo. Quando você anota não tem desculpas, vai chegar no final do mês e ver que talvez gastou 500 em balada e ai aquela desculpa de que não consegue guardar 500 na previdência vai por água abaixo.

Não que você não possa sair e se divertir, mas talvez possa colocar 250 na previdência e gastar só 250 em balada. E aqui não vale dizer “ah, mas eu não vou para balada”. Talvez você gaste em roupa, ou tem um carro com uma parcela alta e poderia ter um carro com uma parcela mais baixa e guardar uma parte.

O que sempre batemos na tecla quando conversamos sobre organização financeira é que é preciso guardar dinheiro e nós no Brasil não somos incentivados a fazer isso, pelo contrário, somos só incentivados a gastar. Essa é a primeira coisa que precisamos mudar, afinal, infelizmente, não podemos contar com o país para uma boa educação aos filhos, saúde de qualidade e aposentadoria, então precisamos pensar nisso desde cedo.”

Blog Educando seu Bolso

Frederico Torres e Ewerton Luiz Veloso Junior são profissionais do mercado financeiro e blogueiros que sabem bem como lidar com a situação de não ter renda fixa. Eles explicam:

“O primeiro passo para uma pessoa gerenciar bem suas finanças pessoais é conhecer sua própria realidade, isto é, quanto ganha, quanto gasta e para onde vai seu dinheiro. A partir daí ela poderá saber a situação de seu orçamento, além de conhecer seus próprios hábitos e estabelecer prioridades.

Quando a pessoa tem renda razoavelmente constante, o foco do gerenciamento será nos gastos. Mas e quando a renda não é nem um pouco constante? Há pessoas que podem receber em um mês o dobro do que receberam no mês anterior e um terço do que receberão no mês seguinte. Como gerenciar tanta incerteza?

Em situações assim o controle dos gastos tem uma importância ainda maior. Mas, além disso, o foco passa a ser também a manutenção de uma reserva financeira, isto é, dinheiro guardado em alguma aplicação segura e líquida. O ideal é que essa reserva seja equivalente a, pelo menos, quatro meses de despesas totais, mais quatro meses de despesas essenciais. Isso permite que a pessoa passe pelas oscilações consideradas normais e tenha tempo de identificar crises mais agudas e adaptar seus planos e seus hábitos.”

Texto original: Planejei

 

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