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Quer trabalhar por conta? Saiba por que você vai falhar (por mais que trabalhe com paixão)

 

É tentador, em tempos de crise trocar um emprego “estável”, stress, transito, rotina, submissão a um supervisor,  para abrir o próprio negócio, colocar a sua super ideia online e ir atrás da sua paixão que você tem certeza que é revolucionaria, criativa e rentável.

Afinal você viu e reviu, todas as palestras, vídeos, workshops, hangouts sobre como é fácil aderir ao grupo dos entusiasmados empreendedores que se tornaram quase popstars com suas startups, canais de youtube e blogs.

Mas eu preciso de te contar que você está fadado a falhar. Como eu mostrei outro dia, a vida útil de um site na internet no Brasil é de apenas três meses, isso mesmo, as super ideias criativas que são todo dia lançadas no Brasil tendem a durar apenas três meses. As vezes os empreendedores atrás de cada projeto tinham a paixão, eram encantadas pelas próprias ideias, mas falharam por que ninguém contou a elas o que eu vou contar para vocês nessa postagem.

Mas por que as pessoas falham em trabalhar naquilo que tem paixão?

Nessa apresentação engraçada e franca, Larry Smith não alivia a crítica ao enumerar as desculpas absurdas que as pessoas inventam quando falham em buscar suas paixões.

Se você chegou até aqui, vou mostrar agora segredos para que consiga maximizar as chances de seu desempenho pessoal para que consiga trabalhar por conta com resultados:

Esquecemos dois terços do que aprendemos nas últimas 24 horas

Em 1995, Hermann Ebbinghaus tornou-se o primeiro pscicólogo a realizar um estudo sistemático do aprendizado e da memória, por meio de um longo e exaustivo experimento consigo próprio. Filósofos como Jonh Locke e David Hume haviam alegado que o ato de recordar envolve associação – agrupando coisas ou ideias por características semelhantes, como tempo, lugar, causa ou efeito. Ebbinghaus decidiu testar os efeitos da associação sobre a memória, registrando os resultados de maneira matemática para verificar se a memorização seguia padrões identificáveis.

Os experimentos de Ebbinghaus com a memória demonstraram que:

  • Conteúdos significativos são lembrados por cerca de dez vezes mais tempo do que conteúdos insignificantes ou aleatórios.
  • Sessões de aprendizagem repetidas durante um intervalo maior de tempo intensificam a memorização de qualquer assunto.
  • Itens localizados próximos do início ou do final de uma série são lembrados com mais facilidade.
  • Recordamos por mais tempo assuntos que continuamos a estudar após dominar.
  • Conteúdos esquecidos podem ser reaprendidos com mais rapidez do que conteúdos novos, aprendidos pela primeira vez

Uma desculpa que já vi muitas pessoas usarem é “Steve Jobs” era um gênio, eu não. Ou “Tal Guru do Empreendedorismo é muito inteligente”, eu não. Mas cientificamente falando isso não é verdade:

A Inteligência individual não tem uma quantidade fixada

Em 1859, Charles Darwin divulgou sua teoria da evolução em A origem das espécies, fornecendo as bases para se debater se a inteligencia era fixada por heranças genéticas ou se poderia ser modificada pelas circunstancias. Isso serviu de base para que Alfred Binet, fascinado pela aprendizagem, decidiu realizar pesquisas em larga escala, destinada a avaliar as diferenças das habilidades individuais entre diversos grupos de interesse, como matemáticos, enxadristas, escritores e artistas. Ao mesmo tempo, ele continuou a estudar a inteligência funcional das crianças, notando que certas competências eram adquiridas em idades especificas.

Alfred Binet concluiu que testes de inteligencia só podem medir:

  • As habilidades mentais de um indivíduo em determinada hora e em determinado contexto;
  • As habilidades variam em um curto período de tempo, mudam também a longo prazo, como parte do processo de desenvolvimento;
  • A inteligencia varia ao longo da vida;
  • A inteligência não tem uma quantidade fixa;

Com base em tudo o que já lemos até aqui, podemos dizer que:

Qualquer pessoa, independentemente de sua natureza, pode ser treinada para ser qualquer coisa

O psicologo Jonh B, Watson escreveu a teoria da frase acima onde:

  1. As emoções humanas básicas são medo, raiva e amor;
  2. Esses sentimentos podem ser associados a objetos por meio de condicionamento estímulo-resposta;
  3. As pessoas podem ser condicionadas a ter uma resposta emocional a objetos;
  4. Qualquer pessoa independentemente de sua natureza, pode ser treinada para fazer qualquer coisa;

Ou seja, você pode aprender a fazer qualquer coisa, desde que estimulada por medo, raiva ou amor.

E para finalizar o assunto, uma rápida palestra sobre felicidade e produtividade do psicologo Shawn Achor

Vamos perseguir nossos objetivos sem desculpas para nossos medos.

 

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